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4 anos de Blog

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Dia 21 de dezembro de 2003 te tanto ouvir falar em blog, eu criei uma conta no Blog do Terra e fiz meu primeiro post (quando enchi o saco daquele gerenciador de blogs terrível do terra "me mudei" pra cá e trouxe todos os meus posts junto, a conta lá do Terra eu excluí) pra testar aquilo. O que eu entendia por blog era "diário online feito por patricinhas desocupadas que escreviam alí tudo que faziam" ou "lugar para escrever poemas e textinhos de auto-ajuda", era preconceito - claro. Mas entre dizer o que eu fazia todo dia e escrever meus poemas escolhi a segunda opção já que não havia muito o que dizer dos meus dias e eu tinha poemas prontos que podia publicar ali e gostava e queria muito escrever mais e aquilo poderia ser algum tipo de incentivo. Pois bem... Minha vida mudou muito desde aquele post até este aqui... Tinha 29 anos... hoje tenho 33 Era casado... hoje sou separado e namoro Minha filha tinha 1 ano e meio... hoje tem 5 e meio Apenas sonhava um...

Daqui do Exílio...

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Foi-se o verão... mas a vontade de estar no paraíso que é Serra Grande fica... e a cada ano aumenta... como pode um lugar ser tão íntimo... tão parte... que aqui onde estou eu me sinto exilado... será que na Semana Santa vai dar pra dar um pulinho lá e pegar uma rebarba do verão? Quem dera... "Minha terra tem palmeiras..."

E chega ao fim 2006!

E termina muito bem. Nunca me senti tão feliz em um final de ano. Em 2006 aconteceram as coisas mais inimagináveis pra mim se fosse tentar prevê-las em 31 de dezembro de 2005. Este ano me fez voltar a sorrir e a sonhar com dias melhores. Me fez esquecer problemas antigos e em esquecendo-os consegui resolve-los - quase que todos. Conheci pessoas novas - ou me aproximei de pessoas que já conhecia mas que não tinha vínculo forte de amizade - que me abriram a cabeça para um sem-número de novas possibilidades. Também reencontrei antigos amigos e pessoas que fizeram parte da minha história real e também da história do que poderia ter sido mas que não foi. Isto foi muito legal. 2006 ficará na minha história como um dos anos mais completos que já viví. Só posso desejar a todos que visitam este blog - regularmente ou não - um novo ano repleto de realizações. Um 2007 pró-ativo, que supere as espectativas e que te ofereça algo melhor que você possa ter imaginado no dia de hoje. E que possamos ter...

De volta...

Caramba! 2006 começou... e bem... Resumindo... iniciei o ano em Serra Grande... assisti Nárnia e Harry Potter (depois comento aqui)... depois fui pro acampamento... Acabei de chegar do 64º Acampamento Geral dos Batistas Bahianos em Jaguaquara (já tem fotos lá no Flickr) onde fiquei de segunda a domingo. Fui pra ficar um dia ou dois e acabei ficando até o final. Fui pra instalar meu sistema de controle de congressos e acabei tocando piano, cantando, solando, toquei pra coral e em quase todos os cultos. Fui muito útil. Foi uma ótima maneira de iniciar o ano. Comprei lá os CDs "Consola meu Povo" de Guilherme Kerr e Jorge Rehder e o "Caminhos do Coração" de Nelson Bomilcar. Vou comentar tudo isso nos próximos posts. Até lá deixa eu colocar minha vida aqui em dia. Nesta semana tenho vestibular na UESB e na próxima tem a formatura de minha irmã em Salvador. Tá sendo um início de ano bem atípico por ser agitado. Mas é bom que seja assim. Detesto rotina!

1 ano

Hoje e e Iêda completamos 1 ano de namoro. Temos muito o que lembrar do que aconteceu naquela tarde de sábado quando a convidei pra vir aqui em casa pra assistir ao filme O mistério da Libélula com legendas em espanhol. Depois de muita negociação começou ali um dos melhores anos da minha vida. Voltei a sorrir. A fazer planos. Praticamente voltei a ser humano novamente. Iêda! Quando ler isto quero que saiba que ainda faz parte dos meus planos. Quero seguir em frente apesar dos obstáculos. Não desisti... espero que você sinta o mesmo... Parabéns pra nós! E vamos em frente!

Acesso Discado em 2005?

Estava ontem dando manutenção em um cliente e tive que acessar a internet discada pelo computador dele e relembrando os velhos tempos de internet discada com modem e tudo mais. Não é uma época que eu tenho saudades, muito pelo contrário. Não quero voltar a ter somente este tipo de acesso nunca mais. É terrível. Isso me faz refletir em como nos acostumamos tão rápido a coisas boas e nos esquecemos tão mais rapidamente ainda das antigas formas ou das coisas não tão boas do passado. Outro dia estava em minha casa no meu notebook acessando a internet por banda larga e reclamando que tava lento. É tão fácil assimilar as coisas boas que quando voltamos - mesmo por um momento - ao que tínhamos e que antes achávamos o máximo, nos sentimos totalmente deslocados. Quem quer mais... ouvir um LP usar um celular daqueles enormes que parecem um tijolo andar a pé depois que compra um carro voltar a usar um monitor de 14 ou 15 polegadas depois dos de 17 voltar a usar um monitor de tubo depois que passa...

Retorno Terrível I

Eram 15 horas e ontem estavamos em Serra Grande e voltando pra Jequié. Tudo bem, tudo lindo, tempo bom e partimos. Perto de Ilhéus começou uma chuva fina que foi aumentando e ficando cada vez mais forte. O clima quente e a chuva formam uma combinação que faz com que os vidros embassem tão rapidamente que 10 minutos depois mal conseguiamos ver a estrada. Meu irmão tentava limpar o vidro enquanto eu me virava dirigindo quase que as cegas me guiando apenas pela lona vermelha de um bendito caminhão que estava na nossa frente. E seguindo este caminhão conseguimos chegar a Aurelino Leal, antes da ponte sobre o Rio de Contas, na BR 101. Lá, paramos num posto, reabastecemos e aguardamos um pouco até a chuva passar. Pronto. Estiou. Caímos na estrada novamente só que em poucos instantes estava chuvendo outra vez com o agravante de já ter escurecido. E lá estávamos nós: eu, Tote (meu irmão), Iêda (minha namorada), Rute (esposa de Tote), Raquelzinha (filha de Tote, com apenas alguns meses de vida)...

6 meses

Foi quase que uma surpresa. De repente, por volta do meio-dia, o telefone toca. Iêda. "Hoje fazemos seis meses! A gente não vai comemorar?" disse ela. Puxa! Como o tempo passa! E comemoramos! Fomos almoçar juntos. E foi super-legal. Um almoço maravilhoso no Restaurante de Marlene Marinho. Estas coisas marcam. Como ficou marcado o dia em que começamos. O dia que viajamos pra Fortaleza ou pra Salvador. Cada dia tenho uma surpresa com Dona Iêda. Só acho que esse negócio de comemorar tudo tá é me engordando de novo. Mas isso eu vou resolver.

Muita dor...

Depois de sofrer durante alguns dias com um ciso nascendo e me machucando muito a boca. Resolvi - incentivado por minha namorada, dona Iêda - retirar o bendito ciso. E ontem foi o dia fatídico. Acordei, me arrumei e rumei pra lá com ela. O dentista foi rápido e em menos de uma hora eu já tava em casa. Mas foi só a anestesia passar seu efeito pra eu literalmente "ver Jesus". Nossa que dor terrível! Cheguei a me arrepender de ter tirado o tal dente pois a dor que sentia antes era bem menor. Então tomei os remédios prescritos pelo dentista, mas eles só fizeram efeito cerca de uma hora depois do fim do efeito da anestesia. E essa hora simplesmente não passava... os segundos pareciam minutos... os minutos horas... foi muito difícil suportar tanta dor mas enfim o bendito efeito do medicamento chegou e... que alívio! Tenho andado pela casa com este medicamento na mão... não largo ele pra nada... estou acordado agora justamente pra não perder a hora de tomar ele novamente ou terei qu...

Novas Criações

Novas Criações era o nome de um grupo musical que participei quando era adolescente. Influenciado pelas músicas que ouvia também quis ser compositor e o grupo cantava minhas músicas. No início todos os participantes eram também compositores e o grupo funcionava como uma espécie de ponto de encontro para mostrarmos uns aos outros as nossas "novas criações". Além de mim, inicialmente, tinha o Clarindo Júnior (que hoje mora no Rio) e o Adriano Estevam (hoje em Fortaleza), depois se juntou o Cleyton Passos (atualmente em Vila Velha), o Joilton Cruz (ainda aqui em Jequié), a Gisane Monteiro (em Salvador), a Iêda Sampaio (também aqui) e outros tantos que passaram por lá e deixaram suas marcas e lembranças. Juntos ou separados fizemos cerca de 200 músicas. Aqui vou deixar algumas poesias destas que fazíamos juntos e que tanto nos fazia bem naquela época. Espero que você também goste.