Retorno Terrível I
Eram 15 horas e ontem estavamos em Serra Grande e voltando pra Jequié. Tudo bem, tudo lindo, tempo bom e partimos. Perto de Ilhéus começou uma chuva fina que foi aumentando e ficando cada vez mais forte. O clima quente e a chuva formam uma combinação que faz com que os vidros embassem tão rapidamente que 10 minutos depois mal conseguiamos ver a estrada. Meu irmão tentava limpar o vidro enquanto eu me virava dirigindo quase que as cegas me guiando apenas pela lona vermelha de um bendito caminhão que estava na nossa frente. E seguindo este caminhão conseguimos chegar a Aurelino Leal, antes da ponte sobre o Rio de Contas, na BR 101. Lá, paramos num posto, reabastecemos e aguardamos um pouco até a chuva passar. Pronto. Estiou. Caímos na estrada novamente só que em poucos instantes estava chuvendo outra vez com o agravante de já ter escurecido. E lá estávamos nós: eu, Tote (meu irmão), Iêda (minha namorada), Rute (esposa de Tote), Raquelzinha (filha de Tote, com apenas alguns meses de vida)...