31 de dezembro de 2006

E chega ao fim 2006!

E termina muito bem. Nunca me senti tão feliz em um final de ano. Em 2006 aconteceram as coisas mais inimagináveis pra mim se fosse tentar prevê-las em 31 de dezembro de 2005.

Este ano me fez voltar a sorrir e a sonhar com dias melhores. Me fez esquecer problemas antigos e em esquecendo-os consegui resolve-los - quase que todos. Conheci pessoas novas - ou me aproximei de pessoas que já conhecia mas que não tinha vínculo forte de amizade - que me abriram a cabeça para um sem-número de novas possibilidades. Também reencontrei antigos amigos e pessoas que fizeram parte da minha história real e também da história do que poderia ter sido mas que não foi. Isto foi muito legal.

2006 ficará na minha história como um dos anos mais completos que já viví.

Só posso desejar a todos que visitam este blog - regularmente ou não - um novo ano repleto de realizações. Um 2007 pró-ativo, que supere as espectativas e que te ofereça algo melhor que você possa ter imaginado no dia de hoje.

E que possamos ter a consciência - a cada dia - de que o "tempo voa" (Tempus fugit) e por isso devemos "aproveitar cada dia" (Carpe diem)... sempre como crianças...

22 de dezembro de 2006

Amanhecer

O céu está escuro
e o silêncio reina.
Mas a noite, ingênua,
não percebe
a chegada do Sol.
Muito menos eu.

O céu está escuro
E os cães ladram
E pensam que reinam
Como os humanos
Que pensam
Ou acham que pensam
Feito eu

O céu está escuro
E assim ficará
Até daqui a instantes
Quando nada escapará
Da força do Sol
Muito menos eu
Ou o Mar

Joe Edman

11 de dezembro de 2006

David Rockefeller

Bela entrevista onde o bilionário fala sobre Brasil, corrupção, capitalismo e outras coisas muito interessantes. Gostei!

Pinochet se foi

Não posso perder de jeito nenhum o Programa do Jô de amanhã! Será que o Alex vai chorar?!

10 de dezembro de 2006

7 de dezembro de 2006

Inusitado


Até há pouco estava irritado, completamente sem paz. Algumas coisas aconteceram durante a manhã que me deixaram muito mal. Talvez uma soma de várias coisas que atualmente permeiam meu coração que não o deixam em paz. Realmente não tava legal.

Eis que algo acontece. Estava aqui no PC trabalhando (pelo menos tentando) quando vem da minha sala um som maravilhoso de uma harpa sendo maestralmente tocada. Mas não era o CD de canções de Natal que nesta época teima em ser o "hit parade" que perfura nosso célebro. Era uma enorme harpa de verdade sendo tocada na minha sala. Pena não estar com uma máquina aqui pra registrar isto.

Durante mais de 1 hora, depois do almoço, aquele Sr. tocou - e ainda está tocando enquanto digito isto - várias canções que conheço e que foram o "sound track" da minha infância nas igrejas batistas por onde passei por este Brasil.

E como Davi vez a Saul, eu fiquei aqui do meu quarto sendo acalentado; absorto naquelas canções instrumentais que me amoleceram por inteiro e me devolveram a calma, a paz de espírito e o sorrizo.

Há algo na Harpa... e nas canções cristãs... dá pra sentir Deus aqui... entendo porque ele - Saul - não deixava Davi ir embora.

5 de dezembro de 2006

Dependência

É impressionante o quanto minha filha tem criado um sentimento de apego a mim ao ponto de acordar chorando - aos soluços - no meio da noite só porque eu não estou por perto. Isso é bonito e ao mesmo tempo assusta. Preciso meio que entender isto direito ainda. Eu não sei se acho isto bom ou ruim...

Este sentimento - ao meu ver - forte que ela sente por mim. Esta sede de me ter por perto a toda hora seja pra ver um desenho na TV, pra jogar "o jogo do sapo" no computador, pra contar uma estorinha com o gibí da Turma da Mônica deitada na cama ou mesmo pra dormir junto... Será que eu cuido tão bem dela ao ponto de fazer crescer nela esta imensa expectativa tanto que a acostumei mal? Ou será que - pelo contrário - eu não dou a atenção devida e este sentimento é fruto de uma imensa carência causada pela minha falta?

Seja o que for... o que eu tenho aprendido é que não é fácil criar um filho... e que o primeiro filho - eu sou uma prova disto - sofre mais que os outros por ser o "cobaia" do método de criação dos pais. Mesmo porque não há muito como comparar a não ser com os filhos dos outros e isto gera um problema pois os métodos a serem comparados aí já serão diferentes... melhor não tentar.

Espero estar fazendo a coisa certa... morro de medo de entupir esta criança - que Deus (não sei bem porque) colocou em minhas mãos pra criar - de traumas e medos e inseguranças geradas pela minha ausência... ou sei lá pelo quê mais...

Que Ele me ajude... por enquanto não tem falhado... não é do feitio d'Ele...
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