26 de janeiro de 2008

Música do Cantor Cristão

Isso é música do Cantor Cristão gente! E dependendo de como é feita fica melhor que os corinhosinhos chatos que cantamos nas nossas igrejas hoje. Olha que lindo!Me arreipei todo!

Falemos Menos de Deus

Encontrei hoje este artigo do Guilherme de Carvalho, do blog Idéia Fiksa que consegue expressar parte do que penso sobre a música na igreja, a música cristã está doente, em fase terminal. Precisamos rever isto gente!

Em tempo, o Guilherme de Carvalho é mestre em teologia e em ciências da religião, coordenador da Associação Kuyper (AKET) e membro do grupo Pro-L'Abri Brasil.

A igreja precisa ser mais mundana.
(Kall Barth)
Uma das maiores necessidades da igreja brasileira hoje é a de música cristã profana. Precisamos de música cristã que não fale de Deus. Não que falar de Deus não seja importante; mas às vezes tenho a impressão de que falamos demais de Deus, quase a ponto de tomar seu nome em vão. Falamos tanto porque estamos preocupados com a sua ausência; será que falamos para ocultar a sua ausência?

Falar de Deus é essencial: “como crerão, se não ouvirem?”. Tão importante quanto falar sobre Deus, no entanto, é falar a partir de Deus; e quando falamos a partir de Deus, não precisamos, necessariamente, usar o nome de Deus – o livro de Ester conta uma belíssima história sem usar o nome de Deus nem uma única vez, e essa história se tornou parte do cânon judaico-cristão, como narrativa divinamente inspirada.

A questão, pois, é se temos a graça de contar a história do modo correto, de narrar a vida sob a luz do evangelho. Precisamos de música que não fale de Deus, mas que fale a respeito da vida, das flores, do amor, da política, e das crianças, sob a luz do evangelho; precisamos de música que fale sobre o mundo, mas a partir de Deus.

Além disso, precisamos de música, simplesmente. Música que signifique Deus por sua beleza, e que mostre a sua glória sem palavras. A música pode ser narrativa, mas não precisa ser – a música não precisa de justificativas além da sua própria existência porque, afinal, Deus não precisa dar explicações sobre a razão de sua criação. Quem pode pôr em dúvida a beleza da música? Quem pode pôr em dúvida o amor do homem pela beleza da música? E quem pode pôr em dúvida a origem divina de toda boa dádiva, e de todo dom perfeito?

Quem és tu, ó pastor evangélico, para discutires com Deus? Pode a coisa feita desafiar seu Criador, perguntando-lhe: “Por que me fizeste assim?” Ou terás a ousadia de reprovar o inventor da beleza, por ter criado homens que amam a música pela música, mesmo quando não tem uma razão bíblica para desfrutá-la? Acusarás a Deus de ser o tentador do homem? Atribuirás a Satanás a arte de Mozart, de Wagner ou de Villa-Lobos? Consumados estes absurdos, que mais restará senão reprovar também a beleza das flores e o canto do sabiá? Por causa de Israel o nome de Deus foi blasfemado entre os gentios; mas por causa de ti a música cristã afunda nas trevas da feiúra estética.

Não me esqueço do dia em que um diácono da minha igreja – um homem grande, sério, que detestava livros mais do que qualquer coisa na vida – me chamou para uma conversa séria, “de homem pra homem”. Este diácono – não sei se no corpo ou fora do corpo, Deus o sabe – me aconselhou a desistir de ser músico profissional. “Porque” – dizia ele – “este meio artístico é muito sujo... Tem muita p., e um crente verdadeiro não se mete com p. Quando tem muita p. num lugar a gente tem que sair”. E, de fato, eu saí rapidamente de perto dele. Acho que em poucas ocasiões eu ouvi tantas vezes a palavra "p...".

Os músicos cristãos precisam de libertação – não da música “do mundo”, mas da música “da igreja”. Precisam ser libertados do jugo dos pastores e dos crentes legalistas, que exigem qualidade nas noites de domingo, mas que proíbem estes músicos de se profissionalizarem, e fecham o mundo da música a uma ação cristã redentiva.

Guilherme de Carvalho

25 de janeiro de 2008

Cantando na Chuva (Singing In The Rain)

Não sei se tenho coragem de cantar na chuva. Mas sempre me encantei com esta cena do filme homônimo. É algo maravilhoso... nestes quase 5 minutos temos menos que 10 cortes... nada se comparado aos vídeoclipes de hoje em dia que usaria 10 cortes em menos de 5 segundos. Além disso o Gene Kelly é perfeito, passa uma alegria, uma paz de espírito maravilhosa. Quase traduz a felicidade... só assistindo...



E aqui vai a letra original:

Singing In The Rain

I'm singin' in the rain
Just singin' in the rain
What a glorious feeling
I'm happy again.
I'm laughing at clouds.
So dark , up above ,
The sun's in my heart
And i'm ready for love.
Let the stromy clouds chase.
Everyone from the place
Come on with the rain
Have a smile on your face
I'll walk down the lane
With a happy refrain
And singin'
Just singin' in the rain
I'm dancin' and singin' in the rain...

Gene Kelly
E uma tradução mais ou menos...
Singing In The Rain

Eu estou cantando na chuva
Só cantando na chuva
Que sensação gloriosa
Estou feliz novamente
Eu rio para as nuvens
Tão escuras lá em cima
Tenho o sol em meu peito
E estou pronto para o amor
Que a tempestade afugente
Todo mundo daqui
E que venha a chuva eu estou a sorrir
Andando na rua
Com um alegre refrão
Estou cantando
Só cantando
na chuva
Estou Dançando e cantando na chuva

Gene Kelly
De repente deu saudade dos filmes antigos que eu assistia na sessão da tarde quando eu era criança... e um sono... vou dormir...

Links:
Vídeo, Letra e Tradução.

20 de janeiro de 2008

Daqui da Rede


Não tem vento
Mas a lua - quase cheia - compensa
Ouço canções,velhas conhecidas
Os coqueiros não se mexem
Parecem ter medo ou respeito
Pelo som do mar que nunca se cala
E nunca para, mesmo sem vento
Amanhã vou embora...
Queria ficar, isto aqui me atrai
Algo aqui já me escravizou
E não reclamo...
Isto aqui é minha ilha
Minha zona de conforto
Meu exílio, meu oásis
No deserto das mesmas coisas.
O templo onde devo prestar
O verdadeiro culto a Deus.
Aquele portão está ali...
O coqueiro inclinado também...
Só não sei até quando...
São personágens daqui
Testemunhas do que passou
E do que ainda virá
Afortunados que são
Por todo dia ver o sol nascer
De camarote...

Serra Grande, 21/01/2008

Se

A vida e seus desencontros
Pessoas marcadas
Pelos desmandos
Das hipóteses...
Se não houvesse o "se"...
Tudo seria diferente...
Tudo seria óbvio
Tudo seria chato.
E eu não seria...

Serra Grande, 19/01/2008

19 de janeiro de 2008

Giu

Estou indo a Ilhéus agorinha pra ficar com minha filha. Tô morto de saudade dela e ela doida pra ir pra praia com o pai. Minhas férias serão em fevereiro, portanto não demoro por lá. Na segunda já estarei aqui no batente. Mas que eu queria ficar por lá - ah sim! - eu queria! Vou dormir na rede!

7 de janeiro de 2008

Dúvida

"Como é o lugar quando ninguém passa por ele? Existem as coisas sem ser vistas? O interior do apartamento desabitado? A pinça esquecida na gaveta? Os eucaliptos à noite no caminho três vezes deserto? A formiga sob a terra no domingo? Os mortos, um minuto depois de sepultados? E nós, sozinhos no quarto sem espelho."

Carlos Drummond de Andrade

Repensando a Igreja

“O evangelho dos evangélicos é uma mistura de catolicismo medieval, religiosidade afro e protestantismo fundamentalista. Está baseado em conceito de justiça retributiva, feitiçaria e magia, dogmas e moralismos. Bem distante do caminho de Jesus...”

Ed René Kivitz, em entrevista ao site Bom Líder

Comunhão com a Humanidade

“Nos períodos difíceis de minha vida, rabiscar frases - ainda que nunca venham a ser lidas por ninguém - traz o mesmo reconforto que a reza para quem tem fé: através da linguagem ultrapasso meu caso particular, comungo com toda a humanidade.”

Simone de Beauvoir

6 de janeiro de 2008

Imperialismo Cultural na Igreja

Este artigo é de Álvaro Jr. e eu ví no blog do MySpace dele. Eu poderia simplemente linkar para lá, mas achei tão relevante que pedi a ele para reproduzir o artigo aqui na íntegra. Mas antes é bom apresentar o Álvaro Jr. né? Ele é cantor e compositor cristão que consegue transmitir sua sensiblidade e arte em seus discos. Eu sou um fã desse cara. Principalmente o seu disco "Orações Musicadas"

A igreja brasileira precisa discutir muito sobre arte. Existe um equívoco quanto a isso do tamanho de nosso país. O Álvaro dá neste artigo uma excelente contribuição neste sentido. Leia com muita atenção e sobretudo... pense muito nisto.

Imperialismo Cultural na Igreja

"Nos séculos passados, a Igreja, o sistema educacional e as autoridades públicas desempenharam um grande papel ao inculcar os povos nativos com idéias de submissão e lealdade em nome de princípios divinos ou absolutistas. Se bem que estes mecanismos 'tradicionais' de imperialismo cultura ainda operem, novas instrumentalidades modernas enraizadas em instituições contemporâneas tornaram-se cada vez mais centrais para a dominação imperial". (James Petras)

De certo que fomos evangelizados primordialmente por Holandeses, mas substancialmente pelos Norte-americanos. De certo que, se não fosse o crescimento do capitalismo Norte-americano, seria difícil os protestantes se sustentarem quando se iniciavam no Brasil. De certo que as principais denominações Brasileiras foram implantadas por Norte-americanos ou por pessoas que passaram nos EUA. De certo que os Norte-americanos manifestam voluptuosa liberalidade financeira para contribuir em missões, quem é da área sabe o quanto é verdade. De certo que através desta liberalidade expressada não só em recursos, mas em disponibilidade, tantos missionários Norte-americanos entregaram seu tempo e sua vida em prol da evangelização dos brasileiros.

Naturalmente nós, cristãos evangélicos, nos tornamos fruto do comportamento e da teologia praticada nos EUA, porque eles são nossos pais espirituais. Pergunto-me até que ponto é positivo continuar sofrendo essa influência nos dias de hoje. Imagino até que ponto devemos manter em nossas livrarias 85% dos livros escritos por americanos. Se os maiores pensadores evangélicos estariam lá pra que se justificasse isso. Se devemos enviar os nossos ministros de música, pastores e líderes para se especializarem nos EUA. Se devemos reproduzir, na arte cristã evangélica, o padrão Norte-americano por mais que pareça colagem de criança.

O baixista Abraham Laboriel, muito conhecido integrante do ministério Integrity e participante de grandes turnês com músicos brasileiros famosos, disse ao presenciar uma ministração de louvor em certa Igreja brasileira:
"Pensei que ia ouvir aqui a música mais rica do mundo expressada pelo povo mais criativo do mundo, mas tive que me contentar em ouvir a música do meu povo sendo mal feita".
Esse duro comentário talvez explique porque os Norte-americanos não vivem tentando gravar nossas canções e a gente vive pedindo as deles pra gravar. Eles acham que a música cristã brasileira que ganha notoriedade é uma tentativa frustrada de reproduzir a cultura deles, o que pra eles é lamentável, e me pergunto se não deveria ser pra nós também.

Deve se entender por cultura, a prática comportamental habitual de um povo. O povo brasileiro tem uma cultura mesclada com o resto do mundo, tem um poder especial inclusive de se readaptar. Um resultado negativo dessa mescla é o sincretismo religioso. A busca de uma fé comum entre religiões mascarada pelo espírito de tolerância serve pra ações conjuntas sociais, mas nunca para unificar o não unificável, pois não dá pra juntar convicções que se opõem entre si. Mas a mescla tem uma vantagem e imagino se não poderíamos aproveitar isso. Missões é essa vantagem. Todo missionário sabe que se adaptar à cultura local facilita a evangelização. Quem age diferente geralmente tem interesses escusos. O John Huss foi enviado para evangelizar na África enquanto realizava seu trabalho científico e, ao se adaptar aos costumes locais, sem abrir mão dos preceitos cristãos, foi interpelado pela Rainha da Inglaterra e caracterizado como traidor. Ele se manteve firme em suas convicções e obteve bons resultados. Vê-se que a Inglaterra queria era poder, mas Huss queria era pregar o evangelho.

Imagina-se que os EUA se utilizaram da evangelização protestante para globalizar mais uma vez o "American way of life". Se não fosse assim, certamente há no mínimo que se questionar a metodologia missiológica para não fazer transparecer essa intenção. Pois fazer missões exportando cultura é tentar mudar as pessoas de fora pra dentro e parece que nossos irmãos dos EUA muitas vezes agem assim. Os Norte-americanos vêm para o Brasil oferecer cursos, pra pregar em conferências ou pra passar métodos. Interessante é constatar que quando a gente vai pra lá é só pra tomar cursos, participar de conferências e aprender métodos. Para a maioria deles e principalmente pra nós brasileiros a gente não tem nada pra oferecer. Essa relação unilateral me faz pensar se não estamos sob uma mentalidade de baixa auto-estima, se sabemos olhar para nós mesmos e vermos que somos grandes quando fazemos Igreja do nosso jeito. Veja aí a Assembléia de Deus brasileira; a maior e mais adaptada de todas. Mas a gente insiste em pensar que só eles entendem como se faz uma liturgia, só eles sabem a melhor forma de gerir pessoas e de fazer a Igreja crescer. Por fim a gente acaba gastando tempo e dinheiro pra aprender com eles a descer a ladeira.

A gente deveria se informar melhor e perceber como está a Igreja nos EUA. Pra começar, ser evangélico nos EUA é como ser católico no Brasil. George Bush é Batista (me perdoem os Batistas brasileiros que se envergonhariam de ter um presidente nas características do Bush como seu representante) e é um profeta de Mamon. Milhares de Igrejas fecham por ano nos EUA. A razão é que as pessoas estão procurando um motivo pra ir à Igreja e não estão achando. Por isso o objetivo da Igreja Norte-americana é descobrir como não perder mais pessoas. Para tanto, concluíram que a melhor forma é investindo no entretenimento e em estruturas de integração. Muitas igrejas têm consultores de marketing e diretores de recursos humanos para verem a melhor forma de satisfazer os membros.

Aqui no Brasil a gente ainda pensa que a sustentação dos crentes é pelo poder de Deus. A gente ainda sonha encontrar uma metodologia mais Bíblica possível e imagina que a comunhão é mantida na unidade do Espírito Santo. Será que devemos mudar isso? Se temos tanto o que aprender com eles, infelizmente a maior lição seria de como fazer com as mãos humanas o que é papel de Deus. Se continuarmos importando teologia e comportamento de lá, certamente a Igreja brasileira se tornará mais organizada e menos cristã, como hoje é a de lá. Temos que ter muito esse cuidado.

O termo ekklesia, que dá origem à palavra Igreja, significa grupo de cristãos chamados para fora, fora dos hábitos mundanos, mas também fora das paredes invisíveis do nosso comodismo e da "panela" de salvos. Portanto se saímos do nosso ambiente para outro, objetivemos o outro que vive lá. Portanto, se estamos no Brasil, temos que pensar em fazer arte, comunicação e relacionamento como autênticos brasileiros que somos. De certo que acima de tudo somos cidadãos do Reino de Deus, cuja nacionalidade é celestial, mas não vale a pena execrar a cultura de um povo quando ela pode ser usada como instrumento. Lembremos de Paulo que se fez de tudo para ganhar a muitos.

Independentemente do estigma que ganhou o título "artista", fazemos arte quando expressamos comportamento expressivo através dos veículos artísticos, tais como música, dança, teatro, escrita, pintura, escultura, design etc. Faço um apelo aos que fazem arte evangélica, que façam arte brasileira. Se o objetivo principal da expressão artística cristã é a evangelização, não seria correto pensar em que devemos utilizar mais da cultura brasileira para isso?

Certa vez estive no Interior de Pernambuco. Lembro que as pessoas cantavam aquela música evangélica como se fosse simplesmente música. Fazer isso é uma barreira que quebramos. Quando vemos grande aglomeração de eventos sem nenhum descrente, geralmente a trilha sonora é Norte-americana de colagem. Quando a gente toca música brasileira, meio mundo de fariseus ficam julgando, mas caímos na graça do povo. A linguagem da arte quebra as barreiras, porém quanto mais evangelicalista é nossa arte, menos não evangélicos vamos atingir. Então que critiquem os que se dizem evangélicos. Se ganhamos almas convivendo com críticas, onde se fundamentarão as críticas?

Álvaro Júnior

5 de janeiro de 2008

Agora sim! Meu pai tá bem!


Disse aqui que 2007 ficou meio que inacabado e a entrada em 2008 - pelo menos pra mim - foi meio sem graça por conta de meu pai que estava na UTI e nos deixou a todos apreensivos sem saber direito o que estava acontecendo e sobretudo com muito medo do que poderia ser aquilo. Hoje, acabei de saber que ele teve alta do hospital e já está em casa e bem. Graças a Deus e as orações de todos.

Agora sim... tudo certo!

3 de janeiro de 2008

A arvore de Iêda

Hoje fui a Jaguaquara com um amigo. Vou sempre a Jaguaquara, fica a 30 minutos de carro e temos muitos negócios lá. Mas desta vez eu levei minha câmera e a viagem que era pra ser de meia hora levou um pouco mais porque parei no meio do caminho na ida e na volta pra fotografar uma árvore... a árvore de Iêda...
"É minha árvore!" Iêda
Ela fala tanto dessa árvore que toda vez que passava por ali eu me perguntava porque eu não tinha uma máquina pra fotografar aquele lugar lindo antes que algum bendito ser humano com uma serra elétrica tivesse uma idéia brilhante de cortá-la...

A viagem - a primeira de 2008 - foi ótima. Jaguaquara tem um clima tão agradável que eu realmente queria morar ali. É um clima quase europeu. Impressionante!

Não há muito o que dizer... apenas contemplem a árvore... de Iêda!

Havia uma árvore no meio do caminho...

2 de janeiro de 2008

O Tempo 16

"Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial. Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão. Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos. Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente."

Carlos Drummond de Andrade

1 de janeiro de 2008

O primeiro dia de 2008

Se este ano todo for como este primeiro dia, 2008 será simplesmente maravilhoso! Acho que pela primeira vez inicio um ano sem expectativas ou esperanças. Apenas acreditando em minha força de vontade de fazer este ano ter valido a pena. E tento a mais absoluta certeza de que apenas com bastante trabalho posso conseguir alcançar meus objetivos. Tenho muita esperança em 2008. Se será um bom ano eu não sei mas tentarei fazer de tudo para que seja! Vamos lá...
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